Primeiramente gostaria de Pedir sinceras desculpas aos leitores do blog algomais,
Pelo tempo sem novos posts……
Decisão: do Lat. decisione
s. f.,
acto ou efeito de decidir;
resolução;
deliberação;
sentença;
intrepidez;
coragem;
fim.
Não existe ato mais presente no cotidiano das pessoas, que o ato de decidir, tomar decisões.
Algumas decisões são tão repetitivas, que acabam:
-tornando-se automáticas.
-Tornando-se previsíveis
Existem tambem as decisões importantes, definidas por:
-Decisões que alteram rumo, futuro.
-Decisões tomadas que tem influencia na vida de outras pessoas.
….. A frase logo acima é o tema do post ….
Pessoas podem ser definidas como “maquinas de decidir”, recebemos as informações das infinitas variaveis que a vida nos proporciona, processamos essas informações e como resultado desse processos.. Tomamos as decisões .. decisões que buscam sempre a melhor forma de se atingir um propósito, meta, sonho…..
“propósito, meta, sonho”
-Felicidade
-Sucesso
-Consumo
-Prazer
-…
Trilhando o caminho para nossos propósitos, não se tornarão raras as oportunidades em que nossas decisões terão influencia na vida de outras pessoas…. pessoas estas que podem ser até concorrentes ao nosso propósito.
Não existe uma lei ou codigo ético que regulamenta como devemos processar a variavel “outra pessoa” para tomar as decisões, sendo assim cada um de nós tem a sua propria forma de lidar com ela.
Um exemplo bem didático seria:
“Você acabou de ser promovido ao cargo de gerência de sua empresa. O antigo gerente foi demitido em função de problemas alheios, devido a isso, voce como o melhor funcionario de um determinado cargo abaixo da gerencia recebeu a promoção.
Sua primeira função como novo gerente é escolher um funcionário para assumir seu cargo antigo, recebendo do RH a indicação de três pessoas com as seguintes carasterísticas:
Candidato 1- Tem por característica principal, inteligência e compentencia acima da média.
Candidato 2- Tem por característica principal, Esperteza e Comunicação.
Candidato 3- Tem por característica principal, Acomodação e média competencia.”
Prováveis Decisões:
Decisão 1 (Maioria das pessoas): Seria escolhido o Candidato 1, devido a suas invejáveis capacidades, sendo que estas colaborariam para eminente produtividade do setor.
Decisão 2 (Poucas pessoas): Seria escolhido o candidato 3, devido a sua previsivel incapacidade de se destacar e poder vir a tomar seu lugar na gerencia.
Exemplificamos assim a falta de critérios para tomar determinadas decisões, pois ambos os casos querendo ou não, estão corretos e condizentes ao ponto de vista de quem escolheu a sua respectiva forma de processar as informações dos candidatos..
Existem ainda as decisões atreladas as relacionamentos pessoais:
-Familia
-Amigos
-Namorados
-…
Essas acredito serem as mais dificeis de se tomar, pois elas influenciam na vida de pessoas que gostamos ou que não queremos magoar e geralmente têm como principais fatores ou variáveis, “Erro”, “Mentira”, “Inveja”, “desconfiança”….
São decisões que dificilmente se tem 100% de certeza de que foram processadas e tomadas da maneira mais correta.
O blog algomais questiona nossos leitores:
Como você processa suas decisões que influenciam na vida de outras pessoas, a faz de forma egoísta(o que for melhor pra mim), ou pondera (o que é melhor para todos)? Uma composição das duas talvez?
A sua forma de processar as informações é sempre correta a sua consciência?
Em relação a decisões de relacionamentos:
O lado emotivo atrapalha ou ajuda na tomada das decisões?
Decisões devem ser impostas ou discutidas?
……………….
Sabe, acho que esse post me deu oportunidade excelente de explicar meu individualismo um pouco mais:
É impressionante como você sempre consegue postar as coisas bem na hora em que eu penso sobre elas. Incrível. Há alguns dias eu estava justamente pensando nisso: na influência que as nossas decisões afetam a vida das pessoas.
Só que de certa forma isso acaba nos paralisando, se formos levar em consideração a influência que as nossas atitudes causam na vida das outras pessoas…
Olha, não vou dar voltas e vou tentar ser direto. É um caminho espinhoso e por isso é meio difícil. Aliás, a minha opinião acaba sendo um pouco espinhosa.
O meu ponto de vista é de que há pessoas que simplesmente não contam consigo mesmas. Na mesma espécie de atitude daqueles que esperam sempre que os outros façam algo por si, eles esperam também que os outros não façam algo simplesmente pela influência que isso trará. A vida é feita de atitudes que vão construindo o nosso caminho, que é INEVITAVELMENTE influenciado pelos outros. Podemos parar e reclamar. Mas também podemos, pra cada nova situação da nossa vida, agir, fazer algo em relação a isso pra que tal situação se encaminhe para o final que cada pessoa deseja.
Respondendo às perguntas… Eu não acredito no bem comum. Não acredito em massas, multidões, grupos. Eu acredito que pensar num “bem maior”, num “ideal”, é bobagem. Submeter as diferenças e as particularidades de cada indivíduo a um sistema, que faz das pessoas meras partes de uma coisa que não existe de verdade, não sente de verdade, em outras palavras, não importa de verdade, é terrível. Eu sou individualista ferrenho; me identifico muito com Kierkegaard nessa parte.
Eu tento sempre pensar sobre a direção das minhas atitudes, não sobre seus efeitos colaterais: se eu não faço com a intenção de machucar, de ferir, magoar, prejudicar, eu não tenho culpa, não posso viver a minha vida do prisma dos outros – ela é tão única e passa tão rápido… Chega a ser um desperdício.
Se, de alguma forma, as minhas atitudes se refletem em outra pessoa, eu não posso fazer nada, a não ser tentar ajudar a outra pessoa a encontrar de certa forma uma saída que a beneficie também. Eu tento, pra dizer uma expressão generalizante, “entrar num acordo”.
Eu acho que o lado emotivo não atrapalha na tomada de decisões. É claro que é fator que acaba fazendo de uma decisão uma decisão difícil, mas desconsiderar os sentimentos é uma coisa terrível, na minha opinião.
E, como anarquista, rejeito autoridade. Decisões devem ser discutidas. Não que seja um imperativo; é apenas um pensamento que até hoje ninguém foi capaz de refutar, pelo menos não pra mim.
Mas, como o oposto de uma grande verdade é também verdadeiro…
Oi Diovani!
hummmmm, sobre a questão de morar fora do Brasil, como minha paixão é a França.. .e lá eles nunca me trataram bem mesmo.. acho que já estou “adaptada”…. Tudo por morar perto do Sena!
beijos..
muito, muito interessante esse post…
não tenho a resposta agora.
tenho que pensar.
beijo.
Oii Diovani…
Muuuito bom seu blog… pra poder ter respostas tenho q ler e pensar com mais calma… mas logo ela chega!
Bjusss
PS: Mto me admira um “futuro engenheiro” gostar tanto d escrever… e escrever bem! heheh
Oooooo gostei muito do seu blog
fiquei aqui viajando lendo os posts
inspirado vc hein…
adorei!!!
beijão Di
GBHJBJHJKGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGFYHBVCJIOOYHUIYIPÇJHUI
Muito bom!!!
Já tá no X-Blogs!!!
Um abraço.
Prof Gasparetto